No Estado de São Paulo de 07 de janeiro, saiu uma notícia que me chamou a atenção (e só não escrevi antes, porque estava de férias). O head da matéria era: “candidatos elogiam tema de redação da Fuvest”. E, como não podia deixar de ser, o tema era “o mundo digital”.

Com certeza a garotada se sentiu em casa, e pôde escrever sobre um tema que tem muita afinidade, mas por trás dessa ação da Fuvest há uma simbologia importante: a academia está entendendo que o mundo não é mais o mesmo, não apenas de forma conceitual, mas de forma pragmática, aplicada.

Como escrevi em outro post, a realidade é puramente simbólica, por isso, não há diferença entre o “mundo virtual” e o que achamos ser o “mundo real”; ambos são uma coleção de símbolos – definidos arbitrariamente pelo homem -, dos quais nos usamos para entendermos as coisas. Nesse sentido, o fato da academia – que preza pela conceituação -, passar a aceitar que o “mundo digital” não é apenas um aspecto isolado dos fenômenos humanos (alvo de estudos aplicados), mas sim parte integrante da nova concepção de humanidade é, no meu modo de ver, uma efeméride.

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