Crise áerea, infra-estrutura e marketing

Publicado: 28 de julho de 2007 em Comunicação, Crise aérea, Crise Moral, Marketing, Política, Propaganda, Publicidade, Web 2.0

Construir marcas em um País com deficiências de infra-estrutura e de moral pública (afinal um problema está ligado ao outro) como o nosso é extremamente complicado, mas ao mesmo tempo desafiador para nós, profissionais de marketing.

Neste blog, comento sobre a evolução das ferramentas atuais – hardware e software -, especialmente encadeadas na “supervia virtual” de segunda geração  (ou apenas web 2.0, para os íntimos), pense como essas ferramentas passam a ser cruciais num país desestruturado como o nosso.

A crise da infra-estrutura, cuja crise aérea é apenas uma pequena parte, força as empresas a evitarem que seus executivos viagem e, assim, avaliarem outras opções de comunicação (como “vídeo conferências”, especialmente pela web) e soluções alternativas para discutir problemas específicos (como uma base wiki). Nesse processo, o que acaba acontecendo é a adoção de novos hábitos e novas ferramentas pelas corporações, especialmente as baseadas em web 2.0.

Pensando nesses acontecimentos, o que fará mais sentido em termos de investimento em mídia, anunciar em algum veículo super seletivo de companhia aérea (vixe!), ou pensar em turbinar promoções por SMS em celulares? Fará mais sentido ter sua marca exposta num banner on-line em um portal de informações específicas, ou em um portal de notícias, atualizado a todo instante com as “últimas” da Republica? Fará mais sentido patrocinar fóruns e discussões on-line – na linha de políticas sócio-ambientais –, ou ficar “quieto” deixando que tudo se “arrume”?

Nós, profissionais de marketing, devemos fazer com que nossas empresas se comuniquem cada vez mais por canais diferenciados, adequados ao “meio-ambiente”, com conteúdos radicalmente diferentes, baseados especialmente na “colaboração” com nossos públicos. Para tal, precisaremos fazer com que nossas empresas “pensem como pessoas”, ajam de forma participativa e legitima nesse novo mundo colaborativo; tudo isso, tendo em mente que a velocidade de substituição do velho pelo novo paradigma de comunicação será mais rápida do que imaginamos, especialmente neste cenário motivado pela necessidade de sobrevivência das empresas. Afinal, os negócios não param…

comentários
  1. tesore disse:

    Bem legal, gostaria de complementar que a TAM realizou brilhantemente as regras do marketing para gestão de crise. Acho que vale escrever um artigo. abs. Tesore

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